O vinho tem um papel de destaque na Bíblia. De acordo com o Oxford Companion to Wine, a videira é mencionada mais do que qualquer outra planta. Um estudo da Universidade Brigham Young, em Utah, descobriu que a palavra yayin, uma das muitas palavras hebraicas antigas usadas para vinho, é usada 140 vezes no Antigo Testamento.
E, também, não faltam referências destacando a relação de personagens importantes da Bíblia com o vinho. Uma das primeiras coisas que Noé fez após sair da Arca foi plantar uma videira no Monte Ararat, para posteriormente elaborar um vinho e beber dele até se embebedar. E o vinho também está presente na trajetória de Jesus, seja na transformação de água em vinho como na Última Ceia. Mas que tipo de vinho estamos falando?
Vinho na Antiguidade
Evidências mostram a presença de videiras e elaboração de vinho na região do Oriente Médio, especificamente na área de Jerusalem desde 4.000 A.C. Portanto, aproximadamente 2.000 anos atrás o vinho já era muito difundido, até por conta do controle do Império Romano sobre a região. Porém, o vinho desta época era muito diferente do que conhecemos atualmente.
Diversos relatos mostram que os vinhos na época dos romanos eram, em geral, mais intensos e doces do que os produzidos atualmente. Na maioria das vezes, diversas substâncias, entre elas ervas, resinas, mel, ou mesmo água do mar eram adicionados ao vinho. Mais do que uma preocupação com a sutileza dos aromas e sabores, o objetivo primordial era a conservação. No fundo, o que se buscava era que o vinho não se transformasse em vinagre.
Nesta época já se sabia que vinhos mais doces e mais alcóolicos eram menos suscetíveis à deterioração. Assim, os produtores buscavam retardar ao máximo a colheita, deixando as uvas na videira pelo maior tempo possível, para maximizar o teor de açúcar. Por conta disso, a fermentação subsequente gerava um vinho de alto teor alcoólico, o que o tornaria mais longevo para consumo. E como este vinho era intenso e doce, outras substâncias eram adicionadas, até para que ele fosse diluído. A lógica era simples.
Peculiaridades reforçam este perfil
Se o vinho na época do Império Romano tinha características bem definidas, talvez algumas peculiaridades da região de Jerusalém reforçassem ainda mais este perfil. Era (e continua sendo) uma região quente e seca, o que favorece a elaboração de vinhos alcoólicos e encorpados. Os locais também prefeririam vinhos tintos, embora brancos também fossem produzidos.
Além disso, registros indicam que os habitantes de Jerusalém preferiam vinhos ricos e concentrados e eram críticos da diluição dos vinhos, que era prática comum na época. Assim, é provável que os vinhos contivessem uma elevada graduação alcóolica (acima de 14%) e um maior concentração, com a coloração mais na linha do granada, por conta do perfil de oxidação.
O vinho da Última Ceia
Portanto, baseados nestas condições, alguns cientistas tentaram identificar qual seria o vinho compartilhado por Jesus em sua última refeição. Patrick McGovern, especialista em bebidas antigas no Museu de Arqueologia e Antropologia da Universidade da Pensilvânia, é um deles. Para McGovern, o vinho servido na Última Ceia poderia ter sido semelhante ao Amarone, baseado em evidências existentes sobre a vinificação e tendências de beber na área naquela época.
Parece provável também que este vinho também tivesse a presença de outras substâncias. Além de intenso e alcoólico, o vinho da região era frequentemente misturado com especiarias, frutas e especialmente resina de árvores. Documentação da época romana indica que os enólogos da época acreditavam que mirra, incenso e terebinto preservavam vinho e impediam sua deterioração.
Obviamente, estas observações não podem ser confirmadas, até porque não foram até agora encontradas amostras de vinho ou de seus resquícios desta época em Jerusalém, para uma possível análise química. Porém, algumas passagens dos Evangelhos, como a comparação com sangue, dão algumas pistas de como seria o vinho consumido em um evento tão simbólico como a Última Ceia.
Fontes: A História do Vinho, Hugh Johnson; Treehugger; Decanter; Oxford Companion to Wine
Imagem: Markus Baumeler via Pixabay
A VERDADE A RESPEITO DO VINHO
A Bíblia Sagrada condena a embriaguez (Dt. 21:20; Pv. 20:1; Ro. 13:13; 1 Cor. 6:10; Gal. 5:21; Ef. 5:18; 1 Pe. 4:3). Por outro lado, A Bíblia Sagrada diz que o vinho não é mau. De fato, as Escrituras Sagradas dizem exatamente o contrario, ou seja, segundo a Bíblia, o vinho é bom. Temos o uso do vinho de forma positiva e advertência contra a embriaguez. Por exemplo, a palavra usada para referir-se ao “vinho bom” no casamento em Canaã (do grego oinos), é a mesma palavra usada em Efésios 5:18, “Não se embriaguem com vinho, que leva à libertinagem…”. E, uma das palavras para “embriaguez” é oinopotes (Mateus 11.9), uma palavra relacionada ao mesmo grego oinos. Neste versículo, os fariseus acusam a Jesus de ser “um comilão e beberrão”. Jesus, portanto, bebia vinho na companhia das pessoas, e não pecava.
O vinho, diz a Palavra de Deus, “alegra o coração do homem” (Salmos 104.15; Eclesiastes 10.9). Além do uso recreativo, o vinho também era usado por razões médicas (1 Timóteo 5.23). O vinho tinto tem mostrado suas virtudes em fortalecer o coração, segundo a medicina moderna. Não é de se estranhar que a Bíblia mostre o vinho como uma das benções de Deus dá aos justos (Pv 3.9-10). Nosso Senhor, Jesus Cristo, santificou o uso do vinho no casamento (João 2), e Jesus mesmo bebeu vinho (Mateus 11.18-19).
Quando Jesus instituiu a Ceia do Senhor, era a festividade da Páscoa. Vinho era a bebida usada na ceia da Páscoa, e Jesus bebeu o “fruto da videira” com os apóstolos (Lucas 22.18). O “fruto da videira” era como os judeus se referiam ao vinho nos tempos de Jesus.
““Fruto da videira” é o termo designado por Jesus na instituição da Ceia do Senhor… é a expressão empregada pelos judeus desde tempos imemoriáveis para o vinho tomado nas ocasiões sacras, como a Páscoa e na noite do Sábado (Mishnah Berakoth 6.1). Os gregos também usavam o mesmo termo como sinônimo do vinho que era capaz de produzir intoxicação (Herodotus i.211, 212).” – Davis Dictionary of the Bible Illustrated (Baker, 1973), ed. John D. Davis, p. 868.
Até Hoje no Seculo XXI Os Judeus Usar Vinho nas Festas Religiosas Judaicas e Casamentos Judaícos.NÂO existe na Religião Judaica Mandamento Com base na Torah( OS 5 Livros de Moíses)que Proíbe uso Moderado do Vinho.
O vinho foi usado quase universalmente na Ceia do Senhor em toda a história da Igreja Cristã até 1870. Somente a partir de 1849 isso mudaria. Naquele ano, um pastor congregacionalista, de nome Moses Stuart, publicou um folheto defendendo a ideia de que “quando a Bíblia fala sobre vinho de forma negativa, se refere ao fermentado, e quando a Bíblia louva o vinho, significa… suco de uva.” Obviamente, ele interpretou de forma equivocada o oinos do casamento de Canaã em João 2 como suco de uva, e a mesma palavra oinos em Efésios 5.18 e Mateus 11.19 como “fermentado”.
Entrementes, o Dr Thomas Welch, um dentista e oficial de uma Igreja Metodista Episcopal em Nova Jersey, estava preocupado sobre o uso do vinho da Comunhão. Sua preocupação devia-se ao crescente problema de embriaguez nos Estados Unidos. Dr. Welch se converteu em um ativista do movimento de Temperança na América, que advogava a total abstinência do álcool. Assim, em 1869, Dr Welch inventou o suco não-fermentado de uvas, e recomendou seu uso ao pastor da sua igreja para a Ceia do Senhor. Em 1916, os Metodistas tornaram o uso do suco de uva obrigatório, e muitas outras Igrejas protestantes seguiram o exemplo, de modo que a prática se espalhou rapidamente entre as Igrejas evangélicas na América e, a partir dos Estados Unidos, à todo o mundo.
Porém, vinho, e NÃO suco de uva, é a bebida ordenada por Jesus Cristo:O Filho de Deus para a Ceia do Senhor.
POR OBEDIÊNCIA A JESUS DEVEMOS USAR PÃO AZIMO E VINHO TINTO NA CEIA DO SENHOR.
Os pães asmos consumidos por Jesus e pelos apóstolos eram sem fermento, porque o fermento representava o pecado; portanto, nessa ocasião,o vinho tomado por Jesus Cristo era sem fermento pois o seu ministério representava a pureza. O suco de uva integral é como se fosse uma espécie de vinho sem fermento, contém, praticamente, as mesmas substâncias do vinho fermentado, a diferença é que não passou pelo processo de fermentação. Não dá para acreditar que Jesus fez uso de bebidas alcoólicas; que exemplo ele poderia deixar para os que hoje são viciados ou alcoólatras?
Se for seguir o seu raciocínio, não dá para acreditar que Jesus comeu pão, que exemplo ele poderia deixar para os glutões? Os índices de obesidade hoje estão alarmante e assim como todo pecado, o da glutonaria atrai a morte. Além disso o próprio Cristo disse em Lucas 7:33 e 34: “Porque veio João Batista, que não comia pão nem bebia vinho, e dizeis: Tem demônio. Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizeis: Eis aí um homem comilão e bebedor de vinho, amigo dos publicanos e dos pecadores.” Também devemos nos lembrar que a diferença entre o remédio e o veneno é a dose. Em momento algum a Bíblia proíbe o consumo de vinho e sim o seu consumo sem moderação. Apenas quem fazia o voto de nazireu não consumia vinho, mas também não consumia uva e os juízes e reis eram aconselhados a não consumir devido a importância de suas decisões sobre a vida do povo. Lembre-se também que na época de Cristo não havia geladeira, experimente deixar um suco de uva sem conservantes fora da geladeira por uma semana e depois prove. Agora imagine se na época de Cristo em que as uvas eram colhidas em setembro haveria alguma possibilidade de haver vinho sem álcool (que absurdo essa expressão) ou uvas conservadas em abril.
Raciocínio consistente e racional!
Sou evangélico, e o uso de suco de uva não está de acordo com a palavra da Bíblia?
Bom dia! Não podemos esquecer que vinho não passa de suco de uva fermentado
Ja é sabido há algum tempo que esse negócio que um pouco de vinho faz bem parano coração é balela,
Rica em antioxidantes, a uva possui uma substância muito importante chamada revesratrol, que ajuda a prevenir doenças do sistema cardiovascular. A uva não o vinho alcóolico.
O suco de uva é ótimo para dores estomacais.
Pesquisas científicas declaram atualmente, não haver nível seguro para o consumo de álcool. Mas a Bíblia proíbe sim o consumo de álcool.
Não existe diferença para a palavra vinho no novo Testamento. Vamos entender se o vinho é alcóolico ou não, dependendo do contexto em que a palavra vinho se encontra.
Ex: quando Paulo aconselha Timóteo a tomar um pouco de vinho para sua dor de estômago, é claro que é o puro suco de uva não fermentado. Pois no Grego Koiné q foi escrito o Novo Testamento a palavra é a mesma para o vinho fermentado. Oinos, Entenda-se que não existia a Palavra suco para a bebida não fermentada. Ler Isaias 65:8, como quando se acha vinho num cacho de uvas.
VInho não alcóolico é claro ou seja suco, sem ser fermentado.
Ja em provérbios 23:31 diz que não devemos nem olhar para a bebida quando se mostra vermelha(fermentada)
Se não devemos nem olhar quanto mais beber socialmente.
Quando Paulo diz que que os presbíteros , não devem beber mas os diáconos não serem chegados a muito vinho, neste caso o muito não libera o pouco ou o médio. Entenda-se que pedro diz que não devemos praticar muitas concupciencias, mas isso não significa que poucas estão liberadas.
Mt: 26:27-29 Jesus usa o vinho como símbolo do seu sangue, como pode ser o alcóolico ja que segundo Paulo diz em o fermento é o símbolo do pecado. 1 Cor;5:7 e o vinho da santa ceia é o símbolo do seu sangue que viria a ser derramado em favor ds humanidade, com carater divino,Com álcool?
O pão da Santa Ceia é azimo sem fermento. Mas o vinho é alcóolico? Era costume na época de Jesus na semana da Páscoa abster-se de álcool e pão com fermento.
E vejam é claro que Jesus sendo o próprio Deus Deus não transformaria água em vinho alcóolico, pois teria ido contra a Bíblia, pecado e não poderia ser nosso salvador. O vinho foi feito por Deus Jesus, que tem o poder de fazer o melhor vinho do mundo, sem que haja necessidade de ter álcool. Estamos falando do Deus Jesus, não vamos pensar como humanos, o bebedor de vinho irá dizer, para ser bom ter que ter álcool.
Ou então o sangue de Deus derramado em favor da humanidade, para comprar a igreja continha álcool? Pode ver que totos que defendem essa idéia, bebem, ou seja eu quero seguir a Jesus, mas também quero beber, então preciso de uma liberação na Bíblia, ela não esconde que seus heróis tinham problemas com álcool, adultério mentiras, mas condena, por isso é sagrada porque fala a verdade. Fiquem com Deus.
Será que Jesus seria capaz de dar vinho com álcool na festa de casamento depois de o vinho ter acabado? Imagine como estava o povo depois de ter tomado tanto vinho. Jesus iria mesmo transformar água em vinho contendo álcool mesmo?
Boas perguntas!
Suco de uva deixa alguém alegre? Noé se embriagou com suco de uva? Ló se embriagou de suco de uva? Ló e Noé eram homens que agradavam a Deus? Se eram, por quê teriam disponível algo que não agradava a Deus (vinho com álcool). Ló e Noé vieram antes ou depois de Jesus? O vinho com álcool foi criado depois de Jesus ou já era o costume dos judeus (inclusive Jesus e família) mesmo antes de Jesus nascer? Porquê Jesus disse que João, o batista, não comia pão e nem bebia (vinho) e era julgado como pecador e veio o Filho do homem (ele próprio) que comia pão e bebia vinho e era chamado de comilão e beberrão? – Lucas 7:33 e 34 – (óbvio que Jesus apenas bebia e não se embriagava) Ou será que Jesus estava mentindo sobre ele mesmo, quando disse que bebia vinho? O texto é bem esclarecedor sobre quando começou o costume de beber suco de uva no lugar do vinho e é óbvio que foram mais de mil anos depois de Jesus na terra, e não foi um mandamento dele. A Bíblia também deixa claro que os pães da ceia são asmos, mas o pior cego é aquele que não quer ver.
A passagem bíblica que foi citada sobre Noé é Gênesis 9:20-27. Realmente, o vinho que ele tomou era alcoólico e o resultado foi terrível. Com certeza não agradou a Deus e nem mesmo a Noé pois ele ficou com vergonha do que tinha feito.
A passagem bíblica que foi citada sobre Ló é Gênesis 19:31-38 . O vinho que ele tomou era alcoólico e o resultado foi que ele teve relações sexuais com suas duas filhas. A Bíblia menciona que ele estava tão bêbado que nem tomou conhecimento do que estava fazendo.
Acho que você deveria escolher outro textos para corroborar com sua opinião.
Esqueceu de mencionar Lucas 7 33 e 34 onde o próprio Cristo diz que ele próprio bebia vinho. Sobre Noé e Ló é óbvio que o problema não foi beber vinho, e sim se embriagar. Será que Ló não conhecia a história da embriaguez de Noé? Ou conhecia e mesmo assim tinha vinho em casa? Será que Jesus não sabia da história de Noé e de Ló ou sabia que o problema não era beber vinho e sim se embriagar? A Bíblia também condena a glutonaria, você deixa de comer por isso ou apenas come com moderação? Será que o Espírito Santo errou ao inspirar Provérbios 31 6 e 7 “Dai bebida forte (cerveja) aos que perecem e vinho, aos amargurados de espírito; para que bebam, e se esqueçam da sua pobreza, e de suas fadigas não se lembrem mais” e Paulo em I Timóteo 5:23 “Não bebas mais água só, mas usa de um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades.”?
O vinho feito de uvas bem maduras era alcoólico, mas o vinho feito com uvas não muito madura não era alcoólico, pelo contrário, era ácido e corrosivo. Era esse vinho que Jesus consumia e como sabemos isso? Porque Jesus fazia ilustrações com o que lhe era comum. Jesus disse que não se põe vinho novo em dores velhos pois o vinho iria corroer o odre velho. Isso mostra claramente que Jesus não estava falando de vinho alcoólico.
Bom dia! O vinho nada mais é que o resultado da fermentação da uva, onde o açúcar se transforma em álcool e gás carbônico (uma reação química) por conta da ação das leveduras. Portanto, se falamos de vinho, deve haver álcool, pois não existiam na época técnicas de retirada do álcool do vinho como atualmente. Fazer vinhos (ou seja, havendo fermentação) de uvas menos maduras, porém, geralmente resultam em teor alcóolico menor. Talvez seja esta a diferença mencionada. Caso não tenha ocorrido a fermentação, seria, por outro lado, um suco de uva.
Pelo contrário ele estava falando do odre que não podia ser velho, pois não tinha elasticidade para suportar a fermentação do vinho. O ensino de Cristo tinha que ser colocado em “odres novos” caso contrário não suportaria as transformações trazidas por Cristo. Ensino do Sermão do Monte em contraste a lei de Moisés, Cristo traz o espírito da lei contra a simples religião que eles praticavam.
Bom dia!
Sou cristão,e gostaria de tirar uma dúvida, pastores pregam e crucificam o uso do vinho..
Sou contra a essas bebidas e vinhos industrializados,pois tem teor altíssimo de álcool..
Eu porém gosto daquele vinho caseiro sem mistura de nada,mas é alcoólico por causa da fermentação da uva..
Estou em pecado?
Ola Marlei, acho que devemos fazer o que nossa consciência manda, desde, obviamente, que não prejudique ninguém. Particularmente, não acho que beber uma tacinha de vinho faça mal algum, este consumo está inclusive descrito na Bíblia. Mas, cada um com suas convicções!
Não. Até porque a embriaguez tem fases até que a pessoa perca o controle e mostre realmente quem ela é. A bíblia não condena o uso moderado de vinho. Digo o vinho natural feito pela Própria fermentação do fruto da vide.
A Bíblia não condena o beber o vinho, mas sim o embriagar-se com ele. Se o irmão toma suco de uva, não há pecado nisso, nem tão pouco no beber o vinho, só não deve beber quem não tem controle ou já foi alcoólico, porque corre o risco de voltar ao vicio.
Hoje tentei explicar para dois jovens empedernidos de modo claro usando a lógica e o calendário usado em Israel que mostram as atividades de trabalhos e religiosos dos povos dos tempos bíblicos.
Pedi para eles me explicarem como a uva que era colhida em setembro poderia ser tomada como SUCO em março ou abril na Páscoa.
Os judeus teriam de guardar a uva ou o suco por sete meses para tomar na Páscoa? Impossível guardar o suco de qualquer fruta por algumas horas ou dias, sem apodrecer, quanto mais por meses. Se seu pastor falar que Jesus bebia suco de uva todos os anos na Páscoa, saia correndo dessa igreja.
Por amar e respeitar a humanidade, Jesus fez questão de valorizar usando dois trabalhos criados pelos humens, o pão e o vinho, e não a uva e o trigo in natura, criação de Deus.
Excelente comentário! Confesso que tenho dificuldade em entender qual é o problema do vinho para algumas pessoas, até porque as menções na Bíblia são explícitas.
Não sou a favor de fazer exposição positiva ao vinho na igreja, até porque a maioria que entrou ali na igreja veio de uma vida desgraçada por algo ruim, inclusive bebida alcoólica, ficaria difícil um pastor Tomar conta de cada ovelha com vinho, sem dúvidas haveria muito mais escândalos , por que a bíblia alerta que o vinho é escarnecedor, e hoje temos o Espírito Santos que nos conforta nos trás alegria, nossa felicidade não está na garrafa de vinho está em Jesus, temos remédios e agua de qualidade, então não há necessidade hoje de se alcoolizar, beba suco de uva Uai….
Concordo plenamente Glaucia, meu esposo passou um período desviado, viciado em bebida alcoólica, eu clamava a Deus por sua libertação, até que um dia depois de um porre que ele teve desencadeou uma dor de cabeça que durou 6 meses pq nã tinha remédio que amenizace aquela dor, não conseguia dormir, conclusão foi no médico fez uma bateria de exames tomou umas medicações muito fortes tarja preta, fez o tratamento direitinho e ficou liberto da dor, e para glória de Deus ele enjoou o cheiro da bebida ou tudo que lembrasse a bebida alcoólica, até mesmo remédio que continha alcoou ele vomitava… É como vc falou não tem como fazer uma exposição positiva, até porque os vinhos que a gente vê hoje está muito longe do original do tempo de Jesus… Antes as festas duravam 3 dias as pessoas bebendo, hoje se você passar 3h de tempo bebendo o vinho industrializado; com o teor de álcool horroroso, é o suficiente pra passar a semana doente.
Bebam vinho e depois vão dirigir,quero ver se passam.no bafômetro.
Jesus transformou água em vinho, não utilizou uvas, mas fez o milagre. Eu acredito, no meu pouco entendimento ta, como o fermento era pecado para os Judeus, o vinho transformado pela água, o milagre de Jesus, não tenha havido fermentação… foi o melhor vinho da festa, todos perceberam a diferença.
Acredito que vale o exame de consciência de cada um, tudo me é lícito mas nem tudo me convém.
Obrigada também pelos esclarecimentos acima.
Mas eu tomei um dedinho de vinho, desencadeou minha esquizofrenia e eu fiquei muito doido. Esse ano não quis tomar a ceia porque jamais vou misturar vinho com remédio para transtorno. E as pessoas que estão tratando, outras que trataram do alcoolismo…aí elas são orientadas a não ver o cheiro de álcool. Vão voltar para o vício na igreja.