Para os amantes de cinema e também do Champagne. Me lembrei de que em 2008, ao completar mais de 35 anos do lançamento do primeiro filme do famoso agente secreto James Bond (o primeiro filme foi 007 contra o Satânico Dr. No de 1962), além do próprio Bond, outra estrela brilhou nos filmes: o Champagne Bollinger!
Naquele ano, foi lançado o 12º filme da saga James Bond, e como sempre ocorreu, o Champagne Bollinger estava presente. Numa analogia poética, permitam-me fazê-la, nos filmes há uma estrela com várias estrelinhas dentro (lembrando o monge beneditino Pierre Pérignon que dizia estar bebendo estrelas ao degustar um Champagne). E é justamente o Champagne Bollinger.

Como curiosidade também, o último filme da saga de James Bond foi 007 – Sem Tempo Para Morrer. Lançado em 2021, marcou a despedida de Daniel Craig na pele do famoso espião, que chegou a estrelar cinco filmes da franquia.
O Champagne ou a Champagne?
Para lembrar de Dom Pierre Pérignon e a origem do Champagne (assim mesmo, no masculino). O Champagne tem origem na França, em uma região que leva o mesmo nome do tradicional espumante. Aí sim, a palavra é feminina a região de Champagne. A bebida foi descoberta por um monge francês chamado Dom Pierre Pérignon, que era responsável por uma adega da Abadia de Hautvillers, localizada na cidade de Epernay.
Voltando aos filmes, a parceria entre a bebida e o agente secreto completou 35 anos ao chegar ao 12º filme no ano de 2008. Levando-se em conta todos os intérpretes, diretores e amantes de James Bond, pode-se dizer que a parceria duradoura e definitiva do mais lendário espião de todos os tempos é o Champagne Bollinger. A bebida é destaque em 12 filmes protagonizados pelo agente 007, desde Viva e deixe morrer, estrelado por Roger Moore, até o mais recente Quantum of Solace, com Daniel Craig.
1952: um ano especial para Ian Fleming e Madame Bollinger
As histórias de James Bond e o Champagne Bollinger foram cruzadas por algumas coincidências e muita identidade. Casino Royale, o primeiro romance de Ian Fleming e que narra as aventuras do espião, é datado de 1952. No mesmo ano, Madame Bollinger (ou Aunt Lily, para os íntimos), lançou o Bollinger R.D., o rótulo de maior prestígio da vinícola de mesmo nome.
Até o próximo brinde!
Álvaro Cézar Galvão conhecido como O Engenheiro Que Virou Vinho, me dedico a comentar, escrever, divulgar, dar palestras e ministrar cursos de vinhos, bebidas destiladas e a harmonização com a gastronomia. Assino dentre outras mídias o site Divino Guia www.divinoguia.com.br
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Fotos: Álvaro Cézar Galvão, divulgação Bollinger