A fase atual da Agricola Brandini começou em 2007, quando Piero Bagnasco, atualmente CEO da Fontanafredda, comprou uma propriedade em La Morra. A vinícola e seus vinhedos são atualmente administrados pelas filhas de Pietro, Serena e Giovanna Bagnasco, e desde sua criação vem crescendo rapidamente, atingindo atualmente 18 hectares.
O Dolcetto D’Alba (que passou a ser chamado Dolcetto D’Alba Fillari Lunghi) é um dos cuvées produzidos a partir das uvas de vinhedos próprios, que desde 2007 possuem certificação orgânica. Na vinificação, as uvas foram fermentadas com leveduras indígenas e controle de temperatura em tanques de aço inoxidável, onde permaneceram cerca de oito meses até o engarrafamento.
Degustando
Um Dolcetto de boa intensidade e tipicidade, possivelmente em seu auge dentro da sua janela de consumo. No visual, mostrou coloração rubi, com concentração média a alta, enquanto no olfativo trouxe uma boa complexidade, com notas florais, chá, fruta negra e alcaçuz, além de um curioso toque cítrico, lembrando tangerina.
Na boca, um vinho de estilo mais austero, sem uma presença intensa de frutas. Trouxe boa acidez, tanino presentes e corpo médio, com leve untuosidade e frescor. Este vinho foi importado pela Ravin, e era disponível na importadora, em maio de 2021, a R$ 199.
| Nome do Vinho | Dolcetto D’Alba |
| Safra | 2016 |
| Produtor | Brandini |
| Enólogo | Beppe Caviola |
| Uva | Dolcetto |
| Solo | Calcário |
| Graduação Alcoólica | 12% |
| Região | La Morra (Piemonte) |
| Denominação | Dolcetto D’Alba |
| País | Itália |
| Agricultura | Orgânica |
| Vinificação | Baixa Intervenção |
| Importador no Brasil | Ravin |