Last Updated on 18 de junho de 2020 by Wine Fun
Eduardo Zenker e Gabriela Schäfer, e sua Arte da Vinha, certamente fazem parte da geração pioneira do vinho de baixa intervenção no Brasil. Desde 2011 seguem vinificando diversas variedades, sempre inovando e trazendo surpreendentes criações, o que os coloca entre os mais criativos e originais vinhateiros no Brasil.
A história da Arte da Vinha sofreu altos e baixos, que são detalhados na obra Realinversa, o memorial do projeto Arte da Vinha, escrito pelo casal, e que destaca os principais pontos da longa caminhada no mundo do vinho de baixa intervenção. Leitura obrigatória para quem conhecer o desenvolvimento deste segmento no Brasil.

Boa parte de seus vinhos é elaborada com uvas de outros produtores, mas o casal está trabalhando na recuperação de um vinhedo de 1,2 hectare, e inaugurou em 2020 suas novas instalações, próximas a Carlos Barbosa, nos pés da Serra Gaúcha. Na vinificação, adotam técnicas de mínima intervenção, procurando ressaltar as características das uvas, sem que isso os impeça de mostrar um forte toque autoral.
Já vinificaram um número significativo de variedades, mas nas últimas safras têm concentrado seus esforços em cepas mais tradicionais, com destaque para Pinot Noir, Gamay, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Montepulciano e Chardonnay. Além de seus vinhos brancos e tintos, também lançaram em 2020 um nova linha de pét-nats, dando sequência ao trabalho que já vinham realizando com espumantes, praticamente desde os primórdios da vinícola.
| Nome da Vinícola | Arte da Vinha |
| Estabelecida | 2011 |
| Website | https://www.facebook.com/artedavinhaexperience/ |
| Enólogo | Eduardo Zenker |
| Uvas | Pinot Noir, Gamay, Cabernet Franc, Cabernet Sauvignon, Montepulciano, Chardonnay, Sauvignon Blanc, Malvasia de Cândia |
| Área de Vinhedos | 1,2 ha |
| Região | Carlos Barbosa (Rio Grande do Sul) |
| País | Brasil |
| Agricultura | Sustentável |
| Vinificação | Natural |
Fontes: Mídias sociais da vinícola; entrevistas; Realinversa, Eduardo Zenker e Gabriel Schäfer
Bom dia! Parabéns pelo trabalho de dedicação a verdade! Fico me perguntando,o que me traz mais segurança sem intervenção,se é o plástico ou o inox? Vc tem alguma opinião formada sobre? Obg!
Ótima pergunta Marcelo. Iremos passa-la ao Zenker e aguardar a resposta! Obrigado pela participação
Sem dúvida o inox é mais seguro, mas lembrando que se a higienização for mal executada até o inox perde a segurança. O grande problema dos tanques de inox é o seu custo em relação ao de PP.
A ideia ao evoluir e se voltar para o inox e aos tanques maiores de madeira (carvalho).