Last Updated on 28 de julho de 2020 by Wine Fun
A maioria dos vinhos do Beaujolais mostra características em comum, sobretudo porque muitos deles dividem o uso da técnica de maceração semi-carbônica. São vinhos frescos e frutados, com taninos leves, bem dentro da proposta de vinhos glou-glou. Mas isso não os tornam previsíveis ou repetitivos, é sempre uma alegria degustá-los. E foi o caso deste Beaujolais “genérico” da Domaine Joubert.
Elaborado a partir de uvas de vinhedos cultivados de acordo com os princípios da agricultura orgânica, este varietal de Gamay da safra 2017, um ano de verão menos quente na Europa, é também um vinho de baixa intervenção na vinificação. Maceração semi-carbônica de oito dias, uso exclusivo de leveduras indígenas, sem filtragem ou colagem, zero adição de sulfitos.
Degustando
No visual se mostrou rubi, com baixa concentração, enquanto no olfativo uma grande presença de aromas de fruta e especiarias, com perfumes de morango, framboesa, canela, mirra e um leve toque de brett. Na boca, um vinho com boa estrutura, alta acidez, taninos finos e corpo médio, presença de cereja negra e um toque sanguíneo.
Um vinho fresco e agradável, bem construído e com boa persistência. Cortesia dos amigos Alexandre e Fernanda. É importado para o Brasil pela Cépage Bio, que não divulga o preço em seu website e não retornou contato com solicitação do valor.
| Nome do Vinho | Beaujolais Cuvée à L’Ancienne |
| Safra | 2017 |
| Produtor | Joubert |
| Enólogo | Carine Joubert |
| Uva | Gamay |
| Solo | Granito |
| Graduação Alcoólica | 12,5% |
| Região | Brouilly (Beaujolais) |
| Denominação | Beaujolais |
| País | França |
| Agricultura | Orgânico |
| Vinificação | Natural |
| Importador no Brasil | Cépage Bio |