Quanto você sabe sobre o vinho no Egito Antigo? São cinco perguntas sobre faraós, túmulos e bebidas do dia a dia dos egípcios. Depois de cada resposta, aparece uma explicação curta e o link para a matéria completa.
Resultados
Muito bem! Você conhece bem a história do vinho no Egito antigo.
Para saber mais:
Quase lá! As matérias abaixo contam essa história em detalhes.
Para saber mais:
#1. Por que o vinho, no início, não era uma bebida popular no Egito antigo?
O vinho ficava reservado a festivais, funerais, oferendas religiosas e até ao uso como remédio.
#2. Antes de surgir uma indústria vinícola no Delta do Nilo, por volta de 3.000 a.C., de onde vinha o vinho consumido no Egito?
Até então, o vinho era importado da Fenícia. Mesmo assim, já tinha papel importante nos rituais religiosos.
#3. No túmulo de Tutancâmon, a maior parte do vinho estava numa espécie de despensa. Onde mais os arqueólogos encontraram vinho?
Eram três recipientes, a leste, a oeste e ao sul do sarcófago: um vinho branco, um tinto e o shedeh, o mais nobre de todos. Cada um tinha um papel na jornada do faraó após a morte.
Leia mais: Descobertas no túmulo de Tutancâmon mostram a importância do vinho no Egito antigo
#4. Qual soberano ajudou a popularizar o vinho no Egito antigo?
Durante séculos, o vinho ficou restrito aos mais ricos e às ocasiões especiais. Isso só começou a mudar com as conquistas de Alexandre, o Grande. O rei macedônio, conhecido por beber grandes quantidades de vinho, transformou os hábitos locais. Depois dele, a dinastia Ptolemaica trouxe ainda mais costumes gregos, e a tendência seguiu durante o domínio romano.
#5. Os egípcios tinham duas bebidas fermentadas mais baratas que o vinho. Uma era a cerveja. Qual era a outra?
As tâmaras eram muito populares no Egito. Junto com a cerveja, esse fermentado era a bebida do dia a dia, enquanto o vinho ficava para os ricos.


